Notícias › 24/05/2017

Bispos membros da Cetel se reúnem em Brasília com pauta ampla de trabalho

A Comissão de Textos Litúrgicos (Cetel) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) iniciou, nesta terça-feira, 23, mais uma reunião, na sede da Conferência, em Brasília (DF), dando continuidade ao trabalho de acompanhamento e aprovação da revisão do missal romano por uma equipe de bispos e peritos.

A revisão da tradução atende a uma ordem vinda da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos através da quinta instrução Liturgiam Authenticam, de 2001, que serve de comentário sobre as traduções em língua vernácula dos textos da liturgia romana. Outro cuidado é com a linguagem poético-musical. 

O assessor da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da CNBB, frei Faustino Paludo, explica que as Conferências Episcopais de todo o mundo estão se dedicando ao mesmo trabalho. De acordo com ele, a Conferência do Brasil já está bem adiantada no quesito, uma vez que a Cetel já está revendo a tradução da terceira edição do missal.

Nessa reunião, que vai até o dia 25, por exemplo, os bispos estão discutindo os assuntos que foram levados para apreciação na 55ª Assembleia Geral da CNBB, ocorrida no mês de abril, em Aparecida (SP), entre eles, a aprovação das missas rituais, àquelas que estão unidas à celebração de alguns sacramentos e sacramentais. “Agora é a hora de analisarmos o que foi decidido na Assembleia, se há coisas a serem feitas, encaminhadas”, explica frei Faustino.

Na reunião, os bispos também terão a oportunidade de decidir sobre quais são os textos do missal que serão encaminhados a Roma. Além disso, o grupo pretende concluir o capítulo sobre os formulários das missas comuns. Por último, a Cetel pretende iniciar o trabalho de revisão dos formulários das missas para diversas circunstâncias, àquelas dedicadas à ação de graças, aos sacerdotes, aos ministros da Igreja etc.

Além do frei Faustino, participam da reunião o presidente da Comissão, dom Armando Bucciol; dom Aloísio Dilli; dom Geraldo Lyrio Rocha; dom Manoel João Francisco e padre José Weber.

Por CNBB