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Notícias da paróquia › 03/03/2017

Conversa de Justiça e Paz: Biomas Brasileiros e Defesa da Vida

A Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de Brasília dará início no dia 06 de março, entre as 19h e as 21h, no Auditório Dom José Freire Falcão (Anexo da Catedral), do ciclo de 2017, das Conversas de Justiça e Paz que promove há três anos.

A primeira conversa do ciclo, conforme tem sido tradicional, versará sobre o tema da Campanha da Fraternidade, neste ano com o Tema: Fraternidade: Biomas Brasileiros e Defesa da Vida.

A mesa será aberta com a exortação de Dom Leonardo Ulrich Steiner, Bispo Auxiliar de Brasília que, na condição de Secretário-Geral da CNBB, apresenta o tema geral da Campanha e coordena a edição de seu texto-base.

Os convidados expositores para discorrer sobre o tema desta primeira Conversa são: Luiz Beltrão e Eugênio Giovenardi. Saiba mais sobre os convidados logo abaixo:

LUIZ BELTRÃO – Consultor Legislativo em meio ambiente do Senado Federal é  bacharel e licenciado em Ciências Biológicas com Mestrado em Ciências Florestais (2003), todos pela Universidade de Brasília (Prêmio “menção honrosa da Câmara Legislativa do Distrito Federal por sua atuação na área ambiental”

EUGÊNIO GIOVENARDI – Escritor (21 livros publicados – romances, crônicas, poesias, ensaios, boa parte sobre o tema ecologia) é Ecossociólogo (URGS) e Teólogo (ex-sacerdote da Ordem franciscana dos Capuchinhos), Membro do Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal.

Seguimos, nesse intuito, a convocação que nos faz o Papa Francisco, desde a Encíclica ‘Laudato Si’, no sentido de manter mobilizada a nossa responsabilidade com o Planeta, a nossa Casa Comum, e nos associamos aos objetivos geral e específico da CF 2017, no sentido do cuidado da criação e de modo especial dos biomas brasileiros, não só para aprofundar o conhecimento sobre o tema, com a ajuda dos conselhos de nossos convidados, mas também, o de atender ao desafio que nos é feito, com a finalidade de “contribuir para a construção de um novo paradigma econômico e ecológico que atenda às necessidades de todas as pessoas e famílias, respeitando a natureza” (CF, Texto-Base, pág. 16).

Em Brasília, os compromissos que assomam ao nosso engajamento, no espírito de fraternidade que nos associa aos cuidados com a “casa comum”, pedem urgência para uma questão que nos angustia e que cobram uma exigência política de participação igualitária, tanto nos sacrifícios quanto no acesso aos direitos: a crise hídrica do Distrito Federal, o modo de encará-la e de propor formas de solução. Isso desde as ações de racionamento (que não deve seguir formas hierárquicas e de privilégios), até as propostas de reorientar o cuidado com os mananciais, os modos de captação e de abastecimento e processos de gestão.

Esperamos que a Conversa que iremos entreter nos fortaleça no mesmo espírito que inspira a Campanha da Fraternidade de 2017: “Cultivar e guardar a criação” (Gn 2, 15).

 

Por Comissão Justiça e Paz