Horário de Funcionamento e Visita
Segunda-feira: das 08h às 17h
Terça e Sexta-feira: das 10:30h às 17h (limpeza da Nave Central das 08h às 10:30h)
Quarta, Quinta Sábado e Domingo: das 08h às 17h
Hours of Operation and Visit
Monday: 8am at 5pm
Tuesday and Friday: 10:30 - 17: 00 (cleaning of the Central Ship from 08:30 - 10:30)
Wednesday, Thursday Saturday and Sunday: from 08h to 17h
Horários de Funcionamento na Pandemia
Segundas: fechada
De terça a sexta: das 08h às 12h15 (inicio da missa) depois fecha.
Sábados: das 08h às 17h (inicio da missa)
Domingos: das 09 às 12h e das 16h às 18h (inicio da missa)

A misericórdia de Deus suscita o arrependimento dos encarcerados

Milhares de prisioneiros e suas famílias receberam hoje uma mensagem de esperança do Papa Francisco. “Onde houver uma pessoa que errou, nesse lugar se faz ainda mais presente a misericórdia do Pai, para suscitar arrependimento, perdão, reconciliação e paz”, disse o Pontífice durante a missa dominical dedicada aos peregrinos que participam do Jubileu dos Encarcerados.

A Eucaristia foi celebrada dentro da Basílica de São Pedro, com mais de 4.000 pessoas, entre elas: reclusos e seus familiares, funcionários penitenciários, capelães e voluntários da pastoral prisional e membros de associações católicas.

“A esperança é um dom de Deus”, disse o Santo Padre. “Ela está no fundo do coração de cada pessoa e de lá ilumina o presente, frequentemente abalado e ofuscado por tantas situações que trazem tristeza e dor”.

O Papa assinalou que temos a “certeza da presença e da misericórdia de Deus, não obstante o mal que fizemos”.

“Uma coisa é o que merecemos pelo mal que fizemos, e outra coisa é ‘a respiração da esperança’ não pode ser ‘sufocada por nada nem ninguém’”.

“Às vezes – destacou o Pontífice -, uma certa hipocrisia impele a ver em vós apenas pessoas que erraram, para quem a única estrada é a prisão. Existe pouca confiança na possibilidade da mudança de vida, na reabilitação e na reinserção na sociedade”. “E assim, nos esquecemos de que todos somos pecadores e, muitas vezes, somos prisioneiros sem perceber”.

O Papa advertiu contra os preconceitos e falsos ídolos que nos impedem de perdoar e olhar com misericórdia aqueles que cometeram algum erro e que estão pagando um preço pelos seus erros.

“É importante não ficarmos fechados nos nossos preconceitos ou ‘nos ídolos de um falso bem-estar’ que podem transformar-se nas paredes da ‘cela do individualismo’ e da autossuficiência, privado da verdade que gera liberdade. E apontando o dedo contra alguém que errou não pode tornar-se um álibi para esconder as nossas próprias contradições”.

Ante esta atitude, Francisco disse que “ninguém pode viver sem a certeza de encontrar o perdão. O ladrão arrependido crucificado junto com Jesus, o acompanhou no paraíso”.

“Nenhum de vocês – exortou os encarcerados -, deve fechar-se no passado. Pois a nossa história passada, mesmo que quiséssemos, não poderia ser escrita novamente. Mas a história que começa hoje e aponta para o futuro ainda pode ser escrita, com a graça de Deus e com a sua responsabilidade pessoal”.

“Aprendendo com os erros do passado, pode abrir-se um novo capítulo da vida. Não caiamos na tentação de pensar que não podemos ser perdoados”.

“Onde a violência é respondida com o perdão, o amor também vence todas as formas do mal e pode conquistar os corações daqueles que erraram. E deste modo, entre as vítimas e entre os culpados, Deus levanta autênticas testemunhas e operários da Misericórdia”, disse.

Por ACI Digital

2016-11-06T21:36:22-03:0007/11/2016|
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