Horário de Funcionamento e Visita
Segunda-feira: das 08h às 17h
Terça e Sexta-feira: das 10:30h às 17h (limpeza da Nave Central das 08h às 10:30h)
Quarta, Quinta Sábado e Domingo: das 08h às 17h
Hours of Operation and Visit
Monday: 8am at 5pm
Tuesday and Friday: 10:30 - 17: 00 (cleaning of the Central Ship from 08:30 - 10:30)
Wednesday, Thursday Saturday and Sunday: from 08h to 17h
Horários de Funcionamento na Pandemia
Segundas: fechada
De terça a sexta: das 08h às 12h15 (inicio da missa) depois fecha.
Sábados: das 08h às 17h (inicio da missa)
Domingos: das 09 às 12h e das 16h às 18h (inicio da missa)

“Arte de morrer bem” para vencer o tabu da morte

“A arte de morrer bem” é o novo site inaugurado pela Conferência Episcopal da Inglaterra e Gales que explica o segredo da boa morte, a que se vive em casa, circundados por parentes e amigos e acompanhados – se possível e para quem o deseja – por um sacerdote que encoraje, pois esta última viagem será o retorno ao Jesus que nos ama desde sempre.

O site tem seções que enfrentam temas como “A perda de uma pessoa querida”, “Ocupar-se de quem morre” e “Falar da morte”, oferecendo conselhos práticos e os recursos espirituais de que a Igreja dispõe há séculos.

A sociedade fora dos hospitais não conhece a morte

“No meu trabalho cotidiano, ao lado de pacientes terminais, o que mais vejo é o medo do que não se conhece”, diz a Dra. Kathryn Mannix, especialista em terapias paliativas, que como consultora, colaborou na criação do novo site. “Os progressos realizados pela medicina fazem que muitos pacientes terminais, para quem nada mais se pode fazer, sejam hospitalizados. O resultado disso, acrescenta, é que se morre quase sempre em hospitais e o resto da sociedade não sabe mais o que é a morte”.

A Doutora informa que o site traz também conselhos muito práticos sobre a importância de falar com as pessoas queridas sobre aonde e como se quer morrer.

Chegar ao momento da morte na solidão

Também segundo Scott Sinclair, porta-voz de “Marie Curie”, uma das mais importantes organizações de terapias paliativas do Reino Unido, “os britânicos não gostam de falar de morte; doutores e enfermeiros não estão preparados para acompanhar os pacientes nesta última viagem e o resultado é que muitas pessoas, embora circundadas por outras, chegam à morte sozinhas”.

Por Rádio Vaticano

2016-11-08T13:20:09-03:0008/11/2016|
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