Horário de Funcionamento e Visita
Segunda-feira: das 08h às 17h
Terça e Sexta-feira: das 10:30h às 17h (limpeza da Nave Central das 08h às 10:30h)
Quarta, Quinta Sábado e Domingo: das 08h às 17h
Hours of Operation and Visit
Monday: 8am at 5pm
Tuesday and Friday: 10:30 - 17: 00 (cleaning of the Central Ship from 08:30 - 10:30)
Wednesday, Thursday Saturday and Sunday: from 08h to 17h
Horários de Funcionamento na Pandemia
Segundas: fechada
De terça a sexta: das 08h às 12h15 (inicio da missa) depois fecha.
Sábados: das 08h às 17h (inicio da missa)
Domingos: das 09 às 12h e das 16h às 18h (inicio da missa)

Bartolomeu ao Papa: Igrejas irmãs unidas pelos mártires

Igrejas irmãs, unidas no sangue dos mártires, testemunhas ainda hoje de “novas formas de perseguição e opressão”.

A mensagem do Patriarca Ecumênico de Constantinopla, Bartolomeu I, enviada ao Papa Francisco por ocasião das Festas dos Santos Pedro e Paulo, é dedicada aos mártires das Igrejas perseguidas e oprimidas no mundo.

A mensagem foi entregue ao Pontífice na manhã de terça-feira pelo Metropolita Job, de Telmessos – copresidente da Comissão mista internacional para o diálogo teológico entre as duas Igrejas – durante encontro com a delegação do Fanar, presente em Roma para participar da Festa dos Santos Pedro e Paulo (da mesma forma que uma delegação do Vaticano participa da Festa de Santo André, em Istambul).

“Nos últimos anos – escreve Bartolomeu – temos sido testemunhas, com profunda dor, dos ataques contra os cristãos e os lugares de culto. As nossas Igrejas irmãs são próximas a todos os cristãos perseguidos e oprimidos dos nossos tempos e deste tempo”.

Viagem ao Egito

Na mensagem, o Patriarca repassa a viagem feita em abril ao Egito onde acompanhou o Papa, para rezarem juntos pela “unidade, a paz e a justiça” e manifestar a proximidade à comunidade copta-ortodoxa do país.

Bartolomeu recorda o que afirmou na Conferência Internacional sobre a Paz realizada na Universidade de Al-Azhar, no Cairo, reiterando que “nunca pode existir violência alguma, nem justificativa para o terrorismo, em nome da religião”.

O Patriarca sublinha como, junto com o Papa, os líderes cristãos enfatizaram que “a violência é a negação de todos os credos e doutrinas religiosas”.

Religiões, construir pontes entre as pessoas

A humanidade pede às religiões hoje para serem abertas e solidárias. O diálogo inter-religioso tem como objetivo “superar os fundamentalismos e demonstrar que as religiões podem e deveriam servir para construir pontes entre as pessoas, ser instrumentos de paz e compreensão recíproca, respeitar todo ser humano”.

Em um mundo colocado a duras provas por estes desafios, emerge com clara urgência o quanto é importante para as Igrejas cristãs fortalecer a sua unidade e trabalhar para chegar às plena comunhão, empenhando-se no “diálogo do amor” e da “verdade”.

Neste sentido, os votos do Patriarca para uma nova fase de trabalhos que aguarda a Comissão mista internacional para o diálogo teológico entre as duas Igrejas, que se encontrará em setembro em Leros, na Grécia, para que seja “frutuosa” e possa contribuir para fazer avançar o caminho da Igreja rumo à unidade.

Por Rádio Vaticano

2017-06-28T15:18:55-03:0028/06/2017|
Abrir chat
Powered by