Horário de Funcionamento e Visita
Segunda-feira: das 08h às 17h
Terça e Sexta-feira: das 10:30h às 17h (limpeza da Nave Central das 08h às 10:30h)
Quarta, Quinta Sábado e Domingo: das 08h às 17h
Hours of Operation and Visit
Monday: 8am at 5pm
Tuesday and Friday: 10:30 - 17: 00 (cleaning of the Central Ship from 08:30 - 10:30)
Wednesday, Thursday Saturday and Sunday: from 08h to 17h

Bispos devem renovar convite ao Papa para visitar a Argentina

No dia do sexto aniversário do pontificado do Papa Francisco, comemorado neste 13 de março, o Santo Padre foi lembrado em oração em missa solene na Catedral de Buenos Aires. Através de uma carta, os bispos da Argentina se congratularam pela data, agradecendo o “ministério de Bom Pastor para toda a Igreja”, renovando “com afeto a adesão filial”.

Reunidos em Assembleia Plenária da Conferência Episcopal Argentina que termina nesta quinta-feira (14), os bispos divulgaram uma mensagem – datada de 12 de março – em que retomam as saudações pelo sexto aniversário do pontificado, “ocasião para dar graças a Deus” pelo que tem presenteado ao Povo de Deus. Falar do Papa, “depois de Jesus e da Virgem Maria, toca a medula da Igreja católica peregrina”.

Bispos visitam o Papa em abril

Os bispos se preparam para visitar Francisco no Vaticano, em abril, e anteciparam na mensagem que, na audiência que terão com o Papa, irão propor – mais uma vez – que ele “não se prive da alegria de visitar” a Argentina. Um país que o tornou “a referência mundial” do “diálogo claro, manso, confiável e prudente, através dos interlocutores mais diversos. Colocou alegria na Igreja, a alegria do Evangelho”, convidando a nos voltar para o essencial: o Deus que ama, o Cristo vivo que salva.

“Não podemos deixar de dizer que tudo isso se dá num Papa bem argentino, com bom humor, astúcia e saídas que o identificam, recriando palavras ou frases a cada momento.”

Os bispos enaltecem na mensagem várias passagens do seu pontificado: desde a primeira viagem fora de Roma ao visitar a ilha de Lampedusa, “quando abraçou a humanidade ‘descartada’ dos migrantes africanos, sobreviventes do Mediterrâneo”; a opção pelos mais pobres, através de “almoços com os indigentes de Roma”; e a visita às prisões, centros de reabilitação e tantas periferias existenciais, “que são uma prioridade nas suas viagens missionárias”.

Via Vatican News

2019-03-14T09:07:04-03:0014/03/2019|
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