Horário de Funcionamento e Visita
Segunda-feira: das 08h às 17h
Terça e Sexta-feira: das 10:30h às 17h (limpeza da Nave Central das 08h às 10:30h)
Quarta, Quinta Sábado e Domingo: das 08h às 17h
Hours of Operation and Visit
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Tuesday and Friday: 10:30 - 17: 00 (cleaning of the Central Ship from 08:30 - 10:30)
Wednesday, Thursday Saturday and Sunday: from 08h to 17h
Horários de Funcionamento na Pandemia
Segundas: fechada
De terça a sexta: das 08h às 12h15 (inicio da missa) depois fecha.
Sábados: das 08h às 17h (inicio da missa)
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CNBB lembra tragédia do rompimento da barragem de Fundão

“A imensidão de lama, de rejeitos de minério da barragem rompida, ao atingir as famílias, levou consigo suas casas, seus meios de sustentação e, na sua face mais cruel, a própria vida de dezenove pessoas”, lembra a Nota Oficial emitida na última sexta-feira, 4, pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

Os bispos constatam que esse acontecimento trágico ocorrido no dia 5 de novembro de 2015 continua com suas consequências ainda em curso “alastradas por comunidades e cidades de Minas Gerais e do Espírito Santo, chegam até o Oceano Atlântico, causando danos socioambientais, econômicos e culturais incalculáveis. Um ano depois, constata-se que, a bacia Rio Doce ainda está longe de apresentar os desejáveis sinais de recuperação”.

No final da Nota, os bispos assumem as palavras de D. Geraldo Lyrio Rocha, Arcebispo de Mariana, posicionando-se, mais uma vez, ao lado das vítimas “para que tenham seus direitos respeitados, sua dignidade reconhecida, seus bens ressarcidos e seu protagonismo considerado na busca de soluções que atendam a seus legítimos interesses” (Encontro Nacional dos Movimentos Populares, Mariana, 03/06/2016).

Leia abaixo a nota na íntegra:

Nota sobre um ano da “Tragédia de Mariana”

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, por intermédio de sua Presidência, traz à memória a tragédia que causou inúmeras vítimas, com o rompimento da Barragem de Fundão, no distrito de Bento Rodrigues, município de Mariana – MG, no dia 5 de novembro de 2015.

As consequências, ainda em curso, alastradas por comunidades e cidades de Minas Gerais e do Espírito Santo, chegam até o Oceano Atlântico, causando danos socioambientais, econômicos e culturais incalculáveis. Um ano depois, constata-se que, a bacia Rio Doce ainda está longe de apresentar os desejáveis sinais de recuperação.

Esse acontecimento não pode ser esquecido nem banalizado. A imensidão de lama, de rejeitos de minério da barragem rompida, ao atingir as famílias, levou consigo suas casas, seus meios de sustentação e, na sua face mais cruel, a própria vida de dezenove pessoas. Nossa voz faz ecoar o grito dos que clamam pela apuração dos fatos, responsabilização dos culpados e justa indenização dos atingidos.

Fazemos nossas as palavras de Dom Geraldo Lyrio Rocha, Arcebispo de Mariana, colocando-nos ao lado das vítimas “para que tenham seus direitos respeitados, sua dignidade reconhecida, seus bens ressarcidos e seu protagonismo considerado na busca de soluções que atendam a seus legítimos interesses” (Encontro Nacional dos Movimentos Populares, Mariana, 03/06/2016).

Convidamos nossas comunidades a permanecerem unidas na oração em favor dos atingidos por essa tragédia, pedindo a Deus que os fortaleça na busca dos seus direitos, contando com a intercessão materna de Nossa Senhora Aparecida.

Brasília, 04 de novembro de 2016.

Dom Sergio da Rocha
Arcebispo de Brasília
Presidente da CNBB

Dom Murilo S. R. Krieger, SCJ
Arcebispo de São Salvador da Bahia
Vice-Presidente da CNBB

Dom Leonardo Ulrich Steiner, OFM
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário-Geral da CNBB

Por CNBB

2016-11-07T12:28:50-03:0007/11/2016|
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