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Fiéis partilham graças alcançadas por intercessão de Nossa Senhora Desatadora de Nós

As missas de terça-feira em nossa Igreja Catedral têm sido um momento especial de confiar as intenções à poderosa intercessão de Nossa Senhora Desatadora de Nós. Nas últimas semanas, foram partilhados com o pároco, padre Agenor Vieira, alguns testemunhos de graças alcançadas.

 

Restauração da voz

Um dos testemunhos foi da senhora Josinete, que pediu a Nossa Senhora que seu filho recuperasse a voz. Em maio de 2024, o filho dela, Ricardo, estava gripado e com dificuldade de respiração. Procurou atendimento médico, ficou internado por 10 dias e, depois de fazer vários exames, foi diagnosticado com câncer de pulmão direito. Começou o tratamento da quimioterapia para diminuir o tumor que estava muito grande. Em novembro de 2024, fez a cirurgia para tirar o pulmão direito, e ficou entubado. Quando terminou a cirurgia, foi para a UTI, quando os pais perceberam que ele estava sem voz. “Ele tentava falar, mas não conseguíamos entender nada, sua voz ficou rouca”, contou Josinete.

Após o tratamento de fisioterapia e fonoaudiologia, a voz começou a melhorar, mas ele falava muito baixo. Os médicos achavam que estava demorando muito a restauração da sua voz. Nós e os amigos permanecemos em oração pela recuperação do Ricardo”, contou Josinete. 

Em abril deste ano estava no trabalho e sentiu-se tocada para participar da Missa na hora do almoço. “Ainda resisti em não querer ir, mas falei ‘Deus é mais importante que qualquer coisa’, larguei tudo e fui à missa na Catedral”, lembra. Chegando à Missa, recebeu a fita vermelha para a Oração de Nossa Senhora Desatadora de Nós, feita após a homilia pelo padre Agenor. Entre seus pedidos, suplicou que Nossa Senhora Desatadora de Nós desatasse os nós da garganta de seu filho, e que restaurasse a voz dele.

“Na semana do Dia das Mães, nosso filho acordou e falou normalmente, sua esposa ficou muito surpresa e feliz em ouvir a voz dele. No dia 11 de maio, foi o melhor presente que recebi, ouvir a voz do nosso Filho. Ricardo continua com tratamento, pois é longo, mas está se recuperando muito bem, graças a Deus. Agradeço a Deus e a Nossa Senhora Desatadora de Nós por essa Graça recebida”, partilhou.

 

Questões financeiras

Outro testemunho é de uma família que serve na Catedral, mas que preferiu não ter seus nomes divulgados, somente a graça alcançada. Eles têm servido em quase todas as missas de terça-feira, de que começaram as orações a Nossa Senhora Desatadora de Nós, e sempre apresentando as mesmas intenções. 

Em maio, dois nós foram desatados: um referente a questão financeira e outro foi a cura de uma dor nos ombros.  

Devido ao tamanho da família e as necessidades com alimentação, saúde, lazer e moradia, vieram os problemas financeiros. “Pedi muito a Nossa Senhora que nos desse um fôlego financeiro, uma luz no fim do túnel já que não temos mais nenhuma fonte de renda além do nosso próprio emprego”, contou a mãe, dizendo que já estavam sem dormir direito pensando em como pagar tantas contas e dar um certo conforto aos filhos.

Sem esperar, um dinheiro de uma causa antiga e já dada como perdida apareceu na conta bancária, e poderá aliviar as contas. “Devo isso a Nossa Senhora Desatadora de nós”, destacou.

 

Dores no ombro

Outro pedido que virou graça foi por conta de uma dor em um dos ombros que quase chegou a uma cirurgia. “Eu estava tomando, há meses, muitos remédios fortes, fazendo fisioterapia, imobilização e tratamentos, sem sucesso. Recebi o diagnóstico de bursite, tendinopatia e uma grande calcificação devido a síndrome do impacto”, contou a fiel.

“Sentia dores insuportáveis e cheguei a ficar afastada do trabalho várias vezes. Não tinha condições de dirigir, pentear os cabelos, fazer comida, limpar casa e nenhuma atividade laboral”, relatou, lembrando que, em maio, a assistência do Plano de Saúde e os tratamentos foram interrompidos.

Mesmo assim, ela vinha à Catedral servir às terças-feiras e pedia a intercessão de Nossa Senhora, “clamando a cura ou mesmo o alívio da dor”. 

“A cura chegou e hoje não sinto absolutamente nenhuma dor, não tomo remédios, não faço nenhum tratamento. Atribuo tudo isso a Nossa Senhora Desatadora de nós”.

 

A devoção

A origem da devoção a Nossa Senhora Desatadora de Nós está em Santo Irineu, bispo e mártir em Lyon, na França.  No ano de 208, o bispo afirmou: “Eva, por sua desobediência, atou o nó da desgraça para o gênero humano; ao contrário, Maria, por sua obediência, o desatou”.

A meditação relaciona os nós da vida como consequência do pecado original. Maria, por sua vez, graças a Sua obediência e Suas virtudes, recebeu o poder de desatar estes nós, as dificuldades que não são resolvidas por nós mesmos.

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