Horário de Funcionamento e Visita
Segunda-feira: das 08h às 17h
Terça e Sexta-feira: das 10:30h às 17h (limpeza da Nave Central das 08h às 10:30h)
Quarta, Quinta Sábado e Domingo: das 08h às 17h
Hours of Operation and Visit
Monday: 8am at 5pm
Tuesday and Friday: 10:30 - 17: 00 (cleaning of the Central Ship from 08:30 - 10:30)
Wednesday, Thursday Saturday and Sunday: from 08h to 17h
Horários de Funcionamento na Pandemia
Segundas: fechada
De terça a sexta: das 08h às 12h15 (inicio da missa) depois fecha.
Sábados: das 08h às 17h (inicio da missa)
Domingos: das 09 às 12h e das 16h às 18h (inicio da missa)

Dom Sergio da Rocha: é preciso escutar o povo

Cardeal Sergio da Rocha, presidente da CNBB, concedeu entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, após a Entrevista Coletiva concedida pela presidência na quinta-feira, 4 de maio. A entrevista foi publicada no domingo, 7 de maio. A política de privacidade do jornal não autoriza a reprodução do texto. Destacamos duas perguntas feitas e respondidas por dom Sergio:

Folha: O que acha dos que se autoproclamam antipolíticos como João Dória e Donald Trump?

Cardeal Sergio da Rocha: Não é que a gente esteja fugindo da questão, mas não nos pronunciamos sobre pessoas ou governos. Agora, não é possível governar uma cidade, um Estado, um país sem de fato uma perspectiva política clara – de alguma maneira dialogar com os partidos. Temos insistido que não basta o diálogo entre partidos e governos, [é preciso] sempre escutar as ruas.

Folha: A CNBB critica as reformas previdenciárias e trabalhista.

Cardeal Sergio da Rocha: No dia 1 de maio tivemos uma mensagem sobre o risco de perda de direitos trabalhistas e de precarização das relações de trabalho. Insistimos no diálogo amplo, mas também nas manifestações [A CNBB apoiou a greve geral de 28/4], desde que sejam pacíficas. No momento, há muita agressividade em redes sociais, nas ruas e até mesmo dentro de uma família.

Indagado sobre o ódio manifestado em redes sociais, dom Sergio disse: “É o grande desafio de hoje: não responder a violência com a violência”.

A  entrevista foi feita pela enviada especial da Folha, a jornalista Anna Virginia Balloussier.

Você pode ler a entrevista no site do jornal

Por CNBB

2017-05-08T13:28:57-03:0008/05/2017|
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