Horário de Funcionamento e Visita
Segunda-feira: das 08h às 17h
Terça e Sexta-feira: das 10:30h às 17h (limpeza da Nave Central das 08h às 10:30h)
Quarta, Quinta Sábado e Domingo: das 08h às 17h
Hours of Operation and Visit
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Tuesday and Friday: 10:30 - 17: 00 (cleaning of the Central Ship from 08:30 - 10:30)
Wednesday, Thursday Saturday and Sunday: from 08h to 17h
Horários de Funcionamento na Pandemia
Segundas: fechada
De terça a sexta: das 08h às 12h15 (inicio da missa) depois fecha.
Sábados: das 08h às 17h (inicio da missa)
Domingos: das 09 às 12h e das 16h às 18h (inicio da missa)

Entidades pró-vida marcham em Brasília contra a descriminalização do aborto

Movimentos sociais promoveram ontem (30), em Brasília, a 10ª edição da Marcha Nacional da Cidadania pela Vida, mobilização contra a descriminalização das drogas e do aborto, na Esplanada dos Ministérios. O protesto, que seguiu da Biblioteca Nacional em direção ao Congresso, teve como objetivo chamar a atenção da população e dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) para as consequências da legalização das drogas e do aborto.

A lei brasileira estabelece que o aborto é crime. O procedimento é legalizado apenas em três hipóteses: em caso de estupro, de risco de vida da gestante e de bebês com anencefalia.

A presidente do Movimento Nacional da Cidadania pela Vida, Lenise Garcia, disse que as entidades querem estimular outras pessoas a se manifestarem contra a descriminalização do aborto, que está em discussão no STF. Além disso, os ativistas defendem o Projeto de Lei 478/2007, conhecido como Estatuto do Nascituro, que já foi aprovado em duas comissões da Câmara dos Deputados e estabelece que a partir do momento em que o feto é concebido, ele já terá assegurado o direito à vida, à saúde e a políticas públicas que garantam o seu desenvolvimento.

O chamado movimento pró-vida atua há cerca de 10 anos com comitês municipais, regionais e estaduais que promovem manifestações contra o aborto. As entidades também atuam em escolas públicas e privadas com palestras.

A estudante Alessandra Vasconcelos, de 18 anos, disse que o movimento é de grande importância para a sociedade, principalmente para os jovens. “É importante para que eles se conscientizarem e salvem uma vida.”

“Nós precisamos contaminar a juventude. Se a minha geração não foi eficaz para mostrar que essa questão do aborto tem que ser discutida, aliás nem tem que ser discutida, é uma vida. Vai nascer um ser humano, assim como nós”, disse a deputada distrital Eliana Pedrosa (PPS), que participou da marcha.

Contraponto

Diante das discussões sobre o tema no STF e no Legislativo, entidades que defendem a descriminalização do aborto também têm se mobilizado para garantir que as mulheres não sejam criminalizadas pela gravidez, inclusive nos casos já autorizados pela lei.

Por Agência Brasil

2017-05-31T10:12:46-03:0031/05/2017|
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