Horário de Funcionamento e Visita
Segunda-feira: das 08h às 17h
Terça e Sexta-feira: das 10:30h às 17h (limpeza da Nave Central das 08h às 10:30h)
Quarta, Quinta Sábado e Domingo: das 08h às 17h
Hours of Operation and Visit
Monday: 8am at 5pm
Tuesday and Friday: 10:30 - 17: 00 (cleaning of the Central Ship from 08:30 - 10:30)
Wednesday, Thursday Saturday and Sunday: from 08h to 17h
Horários de Funcionamento na Pandemia
Segundas: fechada
De terça a sexta: das 08h às 12h15 (inicio da missa) depois fecha.
Sábados: das 08h às 17h (inicio da missa)
Domingos: das 09 às 12h e das 16h às 18h (inicio da missa)

Esmoleiro Pontifício coloca apartamento à disposição de migrantes

O Esmoleiro Pontifício, o Arcebispo Konrad Krajewski, é o homem de confiança do Papa Francisco para expressar a sua caridade aos mais necessitados.

Distribuição de alimentos, instalação de um dormitório, chuveiros, barbearia e lavanderia nas proximidades do Vaticano são apenas algumas das iniciativas deste polonês nascido em Lodz, em 25 de novembro de 1963.

O que pouca gente sabe, é que o prelado – que há anos está a serviço da Santa Sé – colocou seu apartamento à disposição de migrantes que fogem das regiões em guerra. Assim, há meses dorme no próprio escritório, dentro do Vaticano.

Um gesto “natural e espontâneo, mas não tem nada de heroico nisto”, diz Dom Krajewski, a quem se mostra surpreso com a sua escolha. “O Evangelho nos ensina a ajudar quem vive na necessidade, e a primeira necessidade é a moradia”, recorda.

A decisão vai de encontro ao forte apelo lançado pelo Papa Francisco durante o Angelus de 6 de setembro de 2015, para que cada paróquia, mosteiro e casas religiosas acolhessem ao menos 1 refugiado vindo da Síria ou no norte da África, fugindo da guerra e da fome.

Ao voltar da Ilha grega de Lesbos, onde foi encontrar refugiados, Bergoglio trouxe três famílias, que ficaram até há pouco hospedadas na Paróquia Santa Ana, no Vaticano, e mais tarde na Comunidade Santo Egídio.

O Arcebispo acolhe em seu apartamento – dentro das muralhas leoninas – grupos de imigrantes, oferecendo a eles hospitalidade até que consigam se tornar independentes e encontrar uma moradia mais definitiva.

“Há algumas semanas – conta Dom Krajewski – chegaram outras famílias e, a coisa bonita, é que pela primeira vez, na minha casa, nasceu uma bela menina. E eu confesso, me sinto uma espécie de avô, um tio. É a vida que continua, dom de Deus”.

Por Rádio Vaticano

2017-06-06T16:14:47-03:0006/06/2017|
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