Horário de Funcionamento e Visita
Segunda-feira: das 08h às 17h
Terça e Sexta-feira: das 10:30h às 17h (limpeza da Nave Central das 08h às 10:30h)
Quarta, Quinta Sábado e Domingo: das 08h às 17h
Hours of Operation and Visit
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Tuesday and Friday: 10:30 - 17: 00 (cleaning of the Central Ship from 08:30 - 10:30)
Wednesday, Thursday Saturday and Sunday: from 08h to 17h
Horários de Funcionamento na Pandemia
Segundas: fechada
De terça a sexta: das 08h às 12h15 (inicio da missa) depois fecha.
Sábados: das 08h às 17h (inicio da missa)
Domingos: das 09 às 12h e das 16h às 18h (inicio da missa)

Papa recorda que Jesus julgará as pessoas pelo seu serviço aos necessitados

Durante a oração do Ângelus na Praça de São Pedro, na Solenidade de Cristo Rei, o Papa Francisco recordou que Jesus, além de pastor, também é Rei e Juiz e, ao final dos tempos “nos julgará pelo nosso esforço concreto em amar e servir Jesus em nossos irmãos menores e necessita”.

O Santo Padre recordou que o reinado de Jesus “é um reinado de orientação, de serviço e também um reinado que, no final dos tempos, será afirmado como um julgamento. Hoje temos diante de nós Cristo como rei, pastor e juiz, que mostra os critérios de pertença ao Reino de Deus”.

“O Evangelho de hoje começa com uma visão grandiosa. Jesus se dirige aos seus discípulos e diz: ‘Quando o Filho do Homem vier em sua glória, acompanhado de todos os anjos, então se assentará em seu trono glorioso’. Esta é a apresentação solene da história do Juízo Universal”, explicou.

Então, o Juízo começará: “Disse-lhes aos que estão à sua direita: ‘Vinde! Recebei como herança o Reino que meu Pai vos preparou desde a criação do mundo! Pois eu estava com fome e me destes de comer; eu estava com sede e me destes de beber; eu era estrangeiro e me recebestes em casa; eu estava nu e me vestistes; eu estava doente e cuidastes de mim; eu estava na prisão e fostes me visitar”.

Ante essa afirmação, “os justos ficam surpresos, porque não se lembram de ter encontrado antes Jesus e muito menos de tê-lo ajudado daquela forma. Então Ele declara: ‘todas as vezes que fizestes isso a um dos menores de meus irmãos, foi a mim que o fizestes!’”.

“Estas palavras – continuou o Papa – nunca deixam de nos surpreender, porque nos revela até que ponto chega o amor de Deus: até o ponto de se colocar em nosso lugar, mas não quando estamos bem, saudáveis e felizes. Não, só quando estamos necessitados. E desta forma, escondida, Ele se deixa encontrar, nos estende a mão, como um mendicante”.

Assim, “Jesus revela o critério decisivo de seu juízo, ou seja, o amor concreto pelo próximo com dificuldades. E assim revela o poder do amor, a realeza de Deus: solidário com quem sofre para suscitar em todos os lugares atitudes e obras de misericórdia”.

“A parábola do Juízo continua apresentando o Rei que afasta de si aqueles que durante a sua vida não se preocuparam pelas necessidades de seus irmãos. Também neste caso, eles ficam surpresos e perguntam: ‘Senhor, quando foi que te vimos com fome, ou com sede, como estrangeiro, ou nu, doente ou preso, e não te servimos?’. Deste modo, queriam dizer: ‘Se tivéssemos visto, certamente teríamos ajudado!’ Mas o rei responde: ‘Todas as vezes que não fizestes isso a um desses pequeninos, foi a mim que não o fizestes!’”.

O Pontífice insistiu: “No fim de nossas vidas, seremos julgados pelo amor, isto é, pelo nosso esforço concreto em amar e servir Jesus em nossos irmãos menores e necessitados”. E recordou: “Aquele mendicante, aquele afamado, aquele encarcerado, aquele doente é Jesus. Pensemos nisto”.

“Jesus virá no final dos tempos para julgar todas as nações, mas vem a nós todos os dias, em muitas maneiras, e nos pede para acolhê-lo. Que a Virgem Maria nos ajude a encontrá-lo e recebê-lo em sua Palavra e na Eucaristia, e ao mesmo tempo, nos irmãos e irmãs que sofrem com a fome, a doença, a opressão, a injustiça”, concluiu.

Por ACI Digital

2017-11-27T08:35:55-03:0027/11/2017|
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