Horário de Funcionamento e Visita
Segunda-feira: das 08h às 17h
Terça e Sexta-feira: das 10:30h às 17h (limpeza da Nave Central das 08h às 10:30h)
Quarta, Quinta Sábado e Domingo: das 08h às 17h
Hours of Operation and Visit
Monday: 8am at 5pm
Tuesday and Friday: 10:30 - 17: 00 (cleaning of the Central Ship from 08:30 - 10:30)
Wednesday, Thursday Saturday and Sunday: from 08h to 17h
Horários de Funcionamento na Pandemia
Segundas: fechada
De terça a sexta: das 08h às 12h15 (inicio da missa) depois fecha.
Sábados: das 08h às 17h (inicio da missa)
Domingos: das 09 às 12h e das 16h às 18h (inicio da missa)

Santa Sé: toda forma de violência contra a mulher é inaceitável

“É alarmante que cerca de 35% das mulheres no mundo inteiro tenha sido vítima de violência física em algum ponto da vida, principalmente violência doméstica e sexual”.

Esta foi a reação do Observador permanente da Santa Sé junto às Nações Unidas, Arcebispo Bernardito Auza, ao comentar a publicação de um relatório apresentado pelo Secretário Geral da ONU, Ban Ki-Moon na segunda-feira (10/10), em Nova Iorque, data que marcou o Dia Internacional da Menina.

Dom Auza destacou os progressos feitos na defesa e promoção da igualdade para as mulheres, todavia afirmou que “desafios persistentes ainda permanecem”.

Combate

“É preciso dar atenção especial para esta situação escandalosa, precisamos de medidas efetivas e programas para combater e derrotar este deplorável tipo de comportamento em relação às mulheres”, exortou o observador, e prosseguiu:

“Em um mundo onde a pobreza continua a ter principalmente uma face feminina, a promoção de economias inclusivas e equitativas pode gerar um profundo impacto para o avanço das mulheres”.

Tradição inaceitável

Dom Auza ratificou ainda a recomendação do Secretário Geral da ONU para que se dê atenção especial para as mutilações genitais femininas:

“O Papa identifica a mutilação genital feminina como um exemplo de ‘tradição inaceitável que ainda precisa ser eliminada’”.

Por fim, o arcebispo citou o trabalho de muitas instituições e organizações católicas, em particular de mulheres religiosas, que estão na linha de frente para mudar práticas culturais e “empoderar jovens meninas para resistir às violências”.

Nominalmente, foram citadas as iniciativas “Grupo Santa Marta”, “Talitha Kum” e “#EndSlavery”.

Por Rádio Vaticano

2016-10-12T23:57:05-03:0013/10/2016|
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