Horário de Funcionamento e Visita
Segunda-feira: das 08h às 17h
Terça e Sexta-feira: das 10:30h às 17h (limpeza da Nave Central das 08h às 10:30h)
Quarta, Quinta Sábado e Domingo: das 08h às 17h
Hours of Operation and Visit
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Tuesday and Friday: 10:30 - 17: 00 (cleaning of the Central Ship from 08:30 - 10:30)
Wednesday, Thursday Saturday and Sunday: from 08h to 17h
Horários de Funcionamento na Pandemia
Segundas: fechada
De terça a sexta: das 08h às 12h15 (inicio da missa) depois fecha.
Sábados: das 08h às 17h (inicio da missa)
Domingos: das 09 às 12h e das 16h às 18h (inicio da missa)

Transformações no mundo justificam novas diretrizes para formar padres

Os tempos mudam e as exigências se transformam. Essa é a principal justificativa que motivou a atualização das Diretrizes para a Formação de Presbíteros durante a 56ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), realizada em Aparecida (SP), entre os dias 11 e 20 de abril.

Dom Jaime Spengler [foto], arcebispo de Porto Alegre (RS) e presidente da Comissão preparatória do texto apreciado pelos bispos durante a assembleia, afirmou que as mudanças no mundo exigem respostas condizentes às novas situações: “Nós vivemos num mundo hoje com transformações tão rápidas que temos até dificuldades de seguir as inovações e transformações. Daí a necessidade de também rever as orientações para a formação de nossos padres”.

O texto aprovado pelos bispos ainda não será publicado. Antes, será enviado à Santa Sé para a chancela ou a indicação de ajustes.

Transformações e contextos de mudanças

As transformações sociais e culturais, por exemplo, “marcam a vida dos candidatos que vem chegando às nossas casas de formação, mas marcam também a nossa vida de padres mais avançados na caminhada. Por isso precisamos de alguma forma buscar orientações que respondam ao novo contexto”, salienta dom Jaime.

O texto aprovado pelo episcopado brasileiro também buscou contemplar a realidade do Brasil, marcado por grandes distâncias e enormes diferenças. “Elaborar um documento que de alguma forma contemple toda essa complexidade que é o nosso Brasil nem sempre é tarefa fácil”, destacou o arcebispo ao lembrar dos centros urbanos, das realidades litorânea e rural, dos indígenas, sertanejos, da população do cerrado, dos negros e dos pampas. “São situações muito diversas e que nos desafiam, por assim dizer, a construir um texto. E esse foi o desafio, que de alguma forma contemplasse toda essa complexidade”.

Processo até chegar às dioceses

A decisão de que as diretrizes para a formação de presbíteros seriam o tema central da 56ª AG foi feita pelo Conselho Permanente da CNBB, em 2017. Na ocasião, foram dadas indicações para que o trabalho fosse adaptado ao documento publicado pela Congregação para o Clero em 2016, a Ratio Fundamentalis “O dom da vocação presbiteral” – que orienta a formação dos presbíteros em todo o mundo – além de levar em consideração o magistério recente da Igreja, sobre tudo o magistério do papa Francisco.

Em 2010, a CNBB havia aprovado as diretrizes utilizadas desde então. Tais orientações foram atualizadas por um grupo formado por bispos e peritos, que construiu o texto e recebeu as contribuições do episcopado. Após esse processo, o documento foi levado à Assembleia Geral.

Após a aprovação da Santa Sé, o texto será publicado pela Edições CNBB e oferecido às dioceses de todo o Brasil. A tarefa então será a elaboração por parte de cada Igreja Particular de um projeto pedagógico/formativo para a realidade local. “Fazemos votos que esse texto, após a confirmação da Santa Sé, possa ser de auxílio para melhor formar os nossos padres e também auxiliar aqueles que já estão, por assim dizer, exercendo o ministério”.

No âmbito da formação permanente, as dioceses serão convidadas a elaborar um planejamento para a formação continuada de seus presbíteros na realidade local onde se encontram.

Por CNBB

2018-04-24T14:17:54-03:0024/04/2018|
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